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Escolher o nome do bebé a dois, para lá dos nomes do costume

Os nomes que vos ocorrem cabem numa mão: o do avô, o de uma amiga, um de uma série. Vinte, talvez trinta. É uma lista curta e é sempre a mesma, porque é feita só do que já ouviram. Escolher aí é escolher entre meia dúzia de nomes que já conhecem de cor.

A lista a sério tem milhares. A maior parte são nomes que nunca vos passaram pela cabeça, e um deles pode muito bem ser o do vosso Feijãozinho. O Baby Bee serve-vos essa lista inteira, um cartão de cada vez, dos mais usados aos mais raros.

Nomes que não sabiam que existiam

A parte boa acontece a meio. No início passam os nomes de sempre e despacham-nos depressa, porque já têm opinião formada sobre cada um. Depois começam a aparecer os outros: nomes que nunca ouviram, que não sabiam que eram nomes, que ninguém na família alguma vez sugeriria. É aí que a escolha deixa de ser uma negociação entre duas listas e passa a ser uma descoberta.

Porquê deslizar, e não dizer em voz alta

Dizes «e se fosse Vicente?» e ficas a olhar para a cara do outro. Um nariz franzido chega para queimar o nome e deixar alguém magoado. Com um nome que nunca ouviram, é ainda pior: a primeira reação a um nome novo é quase sempre estranheza, e a estranheza passa. Mas se for pública, o nome morre ali e nunca teve hipótese.

Por isso cada um vota sozinho, no seu telemóvel, sem ver os votos do outro. Para a direita é Sim, para a esquerda é Não, para baixo é Talvez. O Talvez existe porque nem tudo é um sim ou um não: há nomes que precisam de tempo.

O match cheio é quando os dois dizem Sim ao mesmo nome. E sabe bem: ninguém cedeu, ninguém convenceu ninguém, gostaram os dois sem saber.

Os quase-acordos dão as melhores conversas

Um Sim de um lado e um Talvez do outro não é um chumbo, é uma pista. No Baby Bee, esses quase-acordos aparecem no separador «Em comum», num tom mais suave, com o voto de cada um ao lado do nome. É aí que vale a pena conversar, já sem ninguém em posição de defesa.

E podes mudar de ideias: em «As minhas» revês os teus votos quando quiseres. O nome que era um Não em janeiro pode ser um Talvez em abril, o Feijãozinho ainda demora.

Para começar

  • Combinem não dizer nomes em voz alta durante uma semana. Só votos.
  • Votem cada um ao seu ritmo. Os nomes vêm da lista nacional do país do bebé, do mais usado ao mais raro.
  • Não parem nos primeiros. Os nomes que não conhecem só aparecem depois de despacharem os óbvios.
  • Celebrem os matches, conversem sobre os quase, mudem de ideias à vontade.

E se os avós ou a madrinha quiserem opinar, podem juntar-se ao mesmo bebé e votar também. Com as mesmas regras: cada um por si, sem ver os votos dos outros.

O nome perfeito, escolhido a dois.

Deslizem nomes cada um no seu telemóvel. O Baby Bee mostra os que combinam entre vocês.

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